Artigos marcados com a categoria: Psicologia

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Será que preciso de um Psicólogo?

  • Artigo publicado em: 22 abril, 2017
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Para começarmos a responder essa questão, vou devolver outras: será que preciso cuidar dos meus dentes? Será que preciso cuidar do meu corpo? A resposta para ambas perguntas é: SIM, correto?
 
Agora vamos lá, e as suas emoções e seus aspectos psicológicos, como é que andam? Todos nós precisamos cuidar de nossa mente, pois é a partir dela que desenvolveremos estratégias para lidar com as dificuldades do dia a dia de maneira clara e objetiva.
 
Culturalmente temos uma grande tendência a cuidar muito do corpo e acabamos deixando de lado o que o ser humano tem de mais sublime: nossa mente.
 
O trabalho do Psicólogo na Psicoterapia tem objetivos claros: cuidar dos aspectos emocionais e melhorar a qualidade de vida dos clientes, estabelecendo uma nova forma de se relacionar com o mundo.

 

Os casos que atendo são os mais diversos. Casos de divórcio, mudanças de emprego, ansiedade, depressão, dificuldades de falar em público, medo de estabelecer contatos, dificuldades de relacionamento, vida amorosa com altos e baixos, vício em internet, dependência de smartphones, problemas relacionados à internet e redes sociais. Para todos eles, sempre busco trabalhar a evolução, a melhora da qualidade de vida e o estabelecimento de objetivos e metas
 
Por exemplo: uma jovem que está com dificuldades de relacionamento no trabalho. Vamos primeiro buscar quais são essas dificuldades. Em seguida começaremos a traçar estratégias e colocaremos alguma meta a ser atingida, como por exemplo apresentar uma ideia nova à chefia. Ou mesmo manter contatos com outros setores da empresa. Desta forma começam a serem quebradas as barreiras, e o cliente vai sentindo-se capaz de desempenhar tarefas até então impossíveis.
 
A Psicoterapia tem um começo, um meio e um fim. Busco trabalhar com bastante energia para que a saúde emocional dos meus clientes fique fortalecida e que seja estabelecida uma autonomia. Esses são os dois maiores tesouros que podem ser encontrados durante uma Psicoterapia: se fortalecer emocionalmente e criar uma autonomia

Algumas perguntas frequentes sobre psicoterapia: 

 

Como é uma sessão de Terapia?
 
O cliente chega e logo começamos a conversar. Temos técnicas para deixar o cliente à vontade, criamos um espaço seguro para que fale tudo o que tiver vontade. Sobre o que o trouxe até meu consultório, se já fez terapia antes, se está confortável para começar a contar sua história. A Psicoterapia é um lugar para o autoconhecimento, sem julgamentos ou preconceitos.  

Qual a diferença entre Terapia e Psicoterapia?

A Psicoterapia é um conjunto de técnicas utilizadas por nós psicólogos para o atendimento de nossos clientes. Essas técnicas variam conforme a formação do profissional e o público atendido (individual, casal, família, grupos), porém todas caminham para uma mesma direção: trabalhar com o ser humano e proporcionar um espaço de autoconhecimento aos clientes. Basicamente, podemos dizer que Terapia é um sinônimo de Psicoterapia no contexto do atendimento clínico de um profissional de Psicologia.


Sigilo profissional
 
“- Os psicólogos não podem contar para outras pessoas o que ouvem de seus clientes? Nem para amigos ou parentes dos clientes?”
 
É verdade, nós Psicólogos temos um contrato de sigilo com todos nossos clientes. O que for conversado em sessão será mantido em segredo. O que pode acontecer é que um caso mais complexo seja tratado na supervisão pessoal do profissional. Durante essa supervisão conversamos com outro colega psicólogo, geralmente com mais tempo de profissão, e discutimos o caso. Porém, sempre que isso ocorre é mantido o sigilo com relação ao nome ou qualquer outro dado que possa identificar o cliente. 



Vergonha de falar sobre um assunto

“- Tenho vergonha de falar sobre o que está me motivando a fazer terapia, isso pode prejudicar o trabalho?”
 
Isso é muito comum durante a Psicoterapia. Alguns assuntos são muito delicados e leva algum tempo até que o cliente tenha confiança e segurança para contar ao Psicólogo. De qualquer forma, é importante usar o tempo de sessão de forma construtiva, reforçando outros pontos e deixando os mais delicados para mais adiante. “A ordem dos fatores não altera o produto”.
 
 
Tempo de Psicoterapia
 
“- Soube que uma terapia pode durar meses e até anos, isso é verdade?”
 
Sim, é verdade. Tudo vai depender da questão inicial e até onde o cliente quer chegar. Há ainda o diferencial sobre a linha terapêutica que cada profissional trabalha. Em minha experiência clínica as Psicoterapias mais curtas duram poucos meses e as mais longas podem chegar até 5 anos, mas as mais longas são a minoria. Questões pontuais são mais rápidas de trabalhar, quando é algo mais profundo o trabalho pode se prolongar.  
 
 
Eu preciso de um Psicólogo? Eu não sou louco!
 
Essa é uma frase que ouço com certa frequência em meu consultório. Quase sempre vem de pessoas que nunca tiveram contato com um profissional da área, ou que não receberam informações suficientes sobre o serviço prestado por um Psicólogo. Aqui trabalho com a história de vida de cada cliente, posso garantir que é um momento único! Permitir-se experimentar fazer Psicoterapia é algo realmente especial. 
 
Para esta questão há uma frase muito interessante do Albert Einstein:
“A forma mais pura de insanidade é fazer sempre as mesmas coisas e esperar resultados diferentes.” Ou seja, se não fizermos algo para mudar a equação de nossas vidas, de nossa história, teremos sempre o mesmo resultado.
 
 
Falta de tempo para fazer Terapia
 
“- Ah Leonardo, mas eu não tenho tempo para isso! Tenho uma agenda super corrida!” 
 
Vejamos então: uma semana tem 168 horas, que tal investir 50 minutos por semana para cuidar de sua mente? Essa é a duração de uma sessão de Psicoterapia. Pode-se marcar um horário para o final do expediente, por exemplo, sem nenhum prejuízo para o seu trabalho! Há ainda a possibilidade de realizar a Psicoterapia a cada 15 dias. É um formato que pode se encaixar perfeitamente em alguns casos. 
 

 

Invista na sua qualidade de vida e em seu bem estar! 
Procure um Psicólogo!
 
 
 
Leonardo Fd Araujo CRP 08/10907
Psicólogo e Coach
Tel: 3093-6222Rua Padre Anchieta, nº 1923, sala 909
Bigorrilho – Curitiba

Cinco benefícios do exercício para uma mente mais clara

  • Artigo publicado em: 15 junho, 2015
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A maioria das pessoas se sente bem depois de correr ou mesmo fazer uma caminhada leve. Há várias hipóteses, levantadas pela ciência e pelo senso comum, que explicam esse fato: o exercício físico ajuda a “esquecer” pequenas frustrações diárias, reduz a tensão muscular e estimula a produção de endorfinas. Mas talvez a maior razão de nos sentirmos tão bem quando o coração bate mais rapidamente e bombeia sangue por todo o corpo é que isso ativa o cérebro e seus intrincados circuitos – o que, segundo estudos recentes, é o maior benefício do exercício físico. O desenvolvimento de músculos e o condicionamento do coração e dos pulmões podem ser considerados apenas efeitos colaterais diante do potencial que a atividade física tem de nos tornar mais bem-humorados e com maior facilidade para raciocinar.

Bikeriderlondon/Shutterstock
Alguns benefícios da atividade física para o cérebro:

1. Previne acidente vascular cerebral
O aumento da capacidade cardiorrespiratória reduz a pressão sanguínea do corpo em repouso, o que diminui o risco de acidentes vasculares cerebrais (AVC). A movimentação sintetiza proteínas, como o fator de crescimento endotelial vascular (VEGF, na sigla em inglês), que estimula a produção de células endoteliais, que compõem o revestimento interno de vasos sanguíneos, tornando-os mais resistentes. O exercício desencadeia também a liberação do gás óxido nítrico, que dilata os vasos para permitir a passagem de um maior volume de sangue.

2. Reduz risco de demência
Pesquisadores do Instituto Karolinska, na Suécia, acompanharam 1.173 pessoas com mais de 75 anos por quase uma década. Nenhuma delas tinha diabetes, mas as que possuíam altos níveis de glicose apresentaram uma probabilidade 77% maior de desenvolver Alzheimer. Conforme envelhecemos, os níveis de insulina caem e a glicose tem mais dificuldade para chegar às células e abastecê-las. O excesso de glicose não absorvida cria resíduos nas células, como os radicais livres, que danificam os vasos sanguíneos, colocando-nos em risco de desenvolver Alzheimer. No organismo em equilíbrio, a insulina age contra o acúmulo de placas amiloides, mas seu excesso contribui para o aumento das placas e para a inflamação, danificando os neurônios ao redor.

3. Melhora o humor
A maior produção de neurotransmissores, como a serotonina, e o aumento do número de sinapses previnem a atrofia do hipocampo, associada à depressão e ansiedade. Vários estudos relacionam a prática de atividade física regular à melhora do humor. Além disso, exercícios ao ar livre ou mesmo na academia de ginástica são boa oportunidade para interagir socialmente e fazer novos amigos; as relações sociais são importantes para a manutenção do humor e da autoestima, principalmente depois dos 60 anos.

4. Aumenta a motivação
A atividade física ativa a produção de dopamina, neurotransmissor responsável pelas sensações de prazer e motivação. Iniciar um programa de exercícios, aliás, é um desafio que demanda planejamento e autocontrole.

5. Promove a neuroplasticidade
Atividades aeróbicas fortalecem as conexões neuronais e estimulam as células-tronco recém-nascidas a se dividir e se transformar em neurônios funcionais no hipocampo, o que previne o atrofiamento dessa área do cérebro relacionada à memória. Um cérebro ativado pelos exercícios favorece a neuroplascidade e a neurogênese, que é a formação de novos neurônios.

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Tragédia da Germanwings / Depressão: não sofra em silêncio !

  • Artigo publicado em: 27 março, 2015
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Essa semana o mundo ficou assombrado com o acidente envolvendo um A320 da Germanwings. 

Até o momento, as investigações apontam que o copiloto se trancou na cabine e derrubou o avião. Ainda nestas investigações, está sendo levantada a hipótese de que ele sofria de depressão e que inclusive estava com uma licença médica para afastamento do trabalho.

O fato é que a depressão é um grave problema de saúde pública, e quem sofre deste transtorno precisa de ajuda. Se você conhece alguém que esteja passando por esse problema, estenda a sua mão, ajude. O seu gesto pode salvar uma vida!

Assista ao video abaixo com o meu comentário sobre o assunto.


Tenham um ótimo final de semana!
Leonardo Fd Araujo CRP 08/10907
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Indisciplina dos filhos e mau comportamento dos pais / Escolas linha dura dos EUA

  • Artigo publicado em: 9 março, 2015
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Foi ao ar ontem pelo Fantástico, a segunda matéria mostrando como alguns pais estão optando por mandar os filhos para “Escolas linha dura” nos Estados Unidos. 

Recebi alguns e-mails de leitores pedindo a minha opinião à respeito, foi então que decidi fazer um “video-post”.

Elogios, críticas e sugestões, deixem o seu comentário!


Tenham uma ótima semana!!

Leonardo Fd Araujo CRP 08/10907
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As tensões nossas de fim de ano

  • Artigo publicado em: 15 dezembro, 2014
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Quem nunca percebeu como o final de ano é uma época tensa? Por que será?

Todos os anos recebo queixas de pacientes relatando estresse, ansiedade, dificuldades de concentração. São sintomas genéricos, porém se encaixam de maneira particular em cada caso. Nesta época do ano, final de novembro e começo de dezembro, tais queixas costumam se intensificar. Tudo vai depender de como a pessoa está encarando sua jornada de 01 de janeiro até aqui.

Acontece um pouco como se estivéssemos nos equilibrando em cima de um muro. Do lado de cá 2014, do lado de lá 2015. Este é um momento de reflexão sobre tudo o que fizemos durante o ano. Levantamos nossos acertos, erros, omissões, falhas, enfim fazemos um balanço. 

Tudo o que aconteceu no ano, coisas boas e ruins, pesam e muito neste balanço. O ponto que considero importante é observar que certas coisas boas podem e devem ser mantidas e ampliadas em 2015. Ao passo que algumas ruins se esgotam em 2014 e outras, infelizmente, terão que ser levadas junto e administradas para o próximo ano.

Esta ilustração é simbólica e reflete o momento que estamos vivendo. Precisamos, acima de tudo, buscar forças para reconhecer os nossos erros e acertos, e pular de maneira firme para o lado de 2015. Só assim continuaremos firmes nossa jornada. Caso contrário, ficamos presos no ano que se foi, deixando de viver o que está em curso.

O ano novo também tem uma conotação de renovação e libertação. Aproveite esta data e escolha o que você quer renovar e o que você não quer mais na sua vida. 

Que tal aproveitar esses últimos dias de 2014 para refletir sobre estas questões? 

Tenham uma ótima semana!
Leonardo Fd Araujo CRP 08/10907
Psicólogo e Coach
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