Estudo diz que: “Homens que ganham menos que as mulheres são mais infiéis”
- Artigo publicado em: 16 agosto, 2010
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Após o estudo que apontou que homens inteligentes são mais fiéis, a polêmica agora aumenta. Uma publicação feita hoje na American Sociological Association levantou a que “Homens que ganham menos que as mulheres são mais infiéis”
Segundo a socióloga Cristin Munsch, candidata a douturado pela Universidade de Cornell e autora da publicação, “Para o homem que ganha menos que a mulher, pode haver uma ameaça quanto à sua identidade de gênero, ao ficar abalada a visão tradicional do homem como sendo o provedor principal da família.”
Ainda para Munsch: “Esta idéia de homem como provedor da família, pode ser ainda mais forte em alguns grupos étnicos, como dos homens latino-americanos.”
O estudo apontou que a infidelidade é maior quando o homem que ganha menos que sua parceira é latino, pois “o ato de sustentar a família é uma característica que define a masculinidade entre os latino-americanos.” Em contrapartida, o estudo também mostrou que homens que tem suas parceiras como dependentes, também tem uma tendência maior à infidelidade.
Já entre as mulheres é um pouco diferente. No caso delas quando se é quem sustenta a casa, há também uma maior tendência ao adultério. Ao passo que se a mulher é dependente do marido, a infidelidade delas é menor.
Em números, as mulheres são 50% mais propensas a trair seus parceiros, não importando as circunstâncias. O estudo aponta que 6,7% dos homens nos EUA foram infiéis as suas parceiras em um período de seis anos, já para elas a porcentagem cai para 3,3%.
Para a pesquisadora “A feminilidade das mulheres não está definida por seu status econômico, e também não se define por suas conquistas sexuais. Portanto, a dependência econômica não é uma ameaça à feminilidade. Mas em função da dupla moral sexual, é provável que a dependência econômica leve as mulheres a serem mais fiéis”, completa Munsch.
O estudo ainda aponta que “quanto maior a educação, menor é a probabilidade de que elas sejam infiéis”. Munsch analisou dados de 1024 homens e 1559 mulheres casados ou concubinos há menos de um ano.
Com informações da France Presse e da Folha.com
E você, o que acha disso? Deixe o seu comentário!
Tenham todos uma ótima semana!
Leonardo Fd Araujo CRP 08/10907
Psicólogo e Coach
Tel: 3093-6222
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Rua Padre Anchieta, nº 1923, sala 909
Bigorrilho – Curitiba
Os perigos da internet: Como proteger os filhos?
- Artigo publicado em: 9 agosto, 2010
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09/08/2010
A grande rede é uma ótima fonte de entretenimento e informação, mas como tudo na vida a moderação é fundamental. Com a internet não haveria de ser diferente. Acho interessante ressaltar o ponto levantado no estudo publicado na semana passada: a semelhança entre os sinais e sintomas do vício em internet com outros vícios. Isso deve servir de alerta aos pais.
Vou enumerar cinco dos sinais mais importantes e fáceis de detectar um possível vício em internet:
– mudança repentina ou gradual no comportamento: o adolescente aparenta estar mais impulsivo e grosseiro com os pais;
– isolamento: o jovem fica muitas horas por dia encerrado no quarto, e prefere ficar lá a desempenhar atividades com amigos ou familiares;
– alteração no padrão de sono: o jovem passa a dormir muito tarde, dorme pouco. Isso acarreta problemas de concentração nos estudos, bem como na retenção de conteúdos, pois a memória de curto prazo fica comprometida;
– queda no desempenho escolar: com as horas na frente do computador aumentando, e os livros de deixados de lado, as notas na escola começam a cair. Também por culpa da alteração do padrão de sono;
– alteração repentina ou gradual do círculo de amizades: o jovem “perde” os amigos ou então faz outros apenas pela internet. As amizades passam a ser rasas e puramente digitais.
Dicas de como proteger e orientar
É importante sempre monitorar e aconselhar os filhos sobre a internet. Se o uso está exagerado, combine uma determinada quantidade de horas por dia para o uso. O mesmo vale para o videogame, que por sinal o vício é bem semelhante ao da internet.
Procure fazer parte deste mundo digital, se você não sabe direito como utilizar o computador, faça um curso ou mesmo peça para o seu filho lhe ensinar.
É sempre importante orientar com relação a:
– salas de bate-papo, whatsapp, skype: o perigo pode estar em falsas amizades. Muitos pedófilos utilizam essas salas para conseguir fotos ou até marcar encontros com menores. Essas fotos podem ser manipuladas e distribuídas pela rede, fugindo completamente do controle.
– Twitter, Facebook e Myspace: orientar o adolescente para ter cuidado com o que se diz e se faz nas redes sociais. A internet é uma extensão da “vida real”, atos reprováveis o são dentro ou fora dela. As redes sociais são uma ferramenta interessante para manter contato com pessoas de interesse semelhante, porém é um alvo fácil de todo o tipo de absurdos. Há diversos casos de perfis falsos, em que alguém se passa por outra pessoa, com fotos e tudo mais. Há também casos de cyberbullying que seria o bullying dentro da internet. Recentemente jogadores do Santos foram flagrados discutindo com torcedores via twitcam (usuários do Twitter tem acesso a webcam, e as imagens são distrubuídas entre eles).
– Fotologs: essa moda passou há pouco tempo. Mas o que preocupava era que adolescentes, principalmente meninas, exibiam-se em poses pra lá de sensuais. Uma vez publicadas, essas fotos podem ser usadas em sites de pornografia, perdendo-se completamente o controle.
– Youtube: podemos dizer que é uma febre do momento fazer vídeos e colocar na rede. A grande maioria dos vídeos é completamente inocente, como mostrar o cachorro brincando para os amigos, ou então mostrar um jeito diferente de andar de bicicleta. O problema é quando são feitas cenas comprometedoras, até de cunho sexual, e os vídeos são publicados na rede. Assim como no caso das fotos, perde-se completamente o controle. Diversos casos foram relatados na mídia recentemente.
– Jogos eletrônicos: a recomendação é verificar a faixa etária a que o jogo se destina. Se há uma determinação é porque o conteúdo do jogo pode apresentar cenas de violência, sangue, palavrões e tantas outras coisas. Se um jogo é recomendado para maiores de 16 anos, não deve ser jogado por um adolescente de 12 ou então por uma criança de 8 anos.
A atual classificação indicativa para jogos eletrônicos no Brasil é a seguinte: Livre, 10 anos, 12, 14, 16 e 18 anos. No site do Ministério da Justiça é possível consultar a classificação de jogos eletrônicos, filmes e programas de TV! Visite: http://portal.mj.gov.br/Classificacao/data/Pages/MJ6BC270E8PTBRNN.htm
Essas dicas são gerais, cada caso é particular. Se você tiver alguma dúvida, deixe um comentário ou me envie um e-mail!
Tenham todos uma ótima semana!
Leonardo Fd Araujo CRP 08/10907
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Adolescentes que abusam do uso da internet podem sofrer mais de depressão, diz pesquisa.
- Artigo publicado em: 3 agosto, 2010
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George B. Diebold/Corbis/Corbis (RF)/Latinstock
Parece que foi ontem, mas da distante década da 1990 para cá a internet está entrando cada vez mais na vida e no cotidiano das pessoas. Muitos não conseguem mais se ver sem estar na grande rede.
Um estudo chinês publicado ontem (02/08/10) revelou um dado preocupante: jovens viciados em internet podem estar mais propensos a desenvolver depressão. O estudo levantou que esses jovens têm o duas vezes e meia a mais de chances de desenvolver a patologia, em comparação com os outros que utilizam a internet de maneira moderada.
A pesquisa foi publicada no periódico Arquivos de Medicina Pediátrica e do Adolescente, contou com 1041 adolescentes de Guangzou, sudoeste da China. Os jovens foram convidados a responder um questionário para que fosse identificado se usavam ou não a internet de maneira patológica, e também foi investigado possíveis traços de ansiedade e depressão.
Para a grande maioria dos adolescentes, 940 ao todo, usavam a internet de maneira moderada. Já para 62 jovens (6,2%) a classificação foi de “moderadamente patológicos” e dois (0,2%) como “gravemente patológicos”.
O estado patológico dos adolescentes foi reavaliado após um período de nove meses, e veio a descoberta de que os jovens que não usavam a internet de maneira controlada tinham duas vezes e meia mais chances de desenvolver a depressão do que os que utilizavam a internet de maneira ponderada. Mesmo durante o período de estudos escolares, os jovens viciados em internet ainda tinham uma vez e meia mais chances de desenvolverem depressão do que os outros jovens.
Uma comprovação importante feita por esse estudo, é que o uso patológico da internet foi identificado com sinais e sintomas semelhantes a outros vícios. Os pesquisadores Lawrence Lam (Escola de Medicina de Sidney) e Zi Wen-Pen (do Ministério da Educação da China) alertam para que seja feito um monitoramento dos adolescentes quanto ao uso da internet, principalmente na fase escolar. Evitando assim duas patologias, o vício na internet e uma possível depressão.
Com informações da France Presse e Folha.com
Para visualizar o abstract do estudo, visite: Archives of Pediatric and Adolescent Medicine : Effect of Pathological Use of the Internet on Adolescent Mental Health
Tenham todos um ótimo dia!
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Filhos adolescentes que se isolam nos quartos: pais devem agir
- Artigo publicado em: 22 junho, 2010
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Há uns dias assisti a uma reportagem muito elucidativa com uma pediatra, a Dra. Mônica Mulatinho. Ela é especialista em adolescentes.
Realmente a vida moderna está isolando ainda mais os familiares. Internet, TV, celular, videogame, porta trancada. Opa, um hotel? Não!! É o quarto de um adolescente!!
Na reportagem acima, foram dadas dicas que compartilho também em meu consultório. Oriento sempre para a importância do convívio familiar. Todos devem sim passar um tempo diário com a família, durante as refeições, por exemplo. É neste momento que os filhos aprendem desde cedo a se alimentar de maneira saudável, e sem falar na transmissão de conhecimento e valores entre os pais e filhos.
É claro que os filhos também precisam de privacidade, mas isso não pode ser confundido com ficar o dia todo isolado. Deve-se então combinar: depois das 22h você pode ir para o seu quarto. Neste caso, cada família deve criar essas regras e combinados.
E você, o que acha desse assunto? Mora em uma pensão ou em uma residência com amplo convívio familiar?
Tenham uma ótima semana!
Leonardo Fd Araujo CRP 08/10907
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Santa Catarina lança campanha para combater o Bullying!
- Artigo publicado em: 30 abril, 2010
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A vida escolar é uma fase muito importante para qualquer indivíduo. Infelizmente, nem sempre a criança ou adolescente consegue efetivamente aproveitar essa fase. Um dos maiores obstáculos para isso é o bullying, a faceta cruel das relações interpessoais entre crianças e adolescentes.
Vou exemplificar: Um menino de 10 anos, um pouco acima do peso e que usa óculos. Aos olhos de qualquer um é um garoto perfeitamente normal e saudável. Mas aos olhos do praticante do bullying, é o alvo perfeito. As características físicas são os principais motivos para que a criança ou adolescente sofra com as chacotas e intimidações. Em toda escola há sempre o “valentão”, ou então o grupo de “valentões”, que por serem maiores ou por estarem em grupo, se acham no “direito” de passar por cima dos seus semelhantes. É neste momento que eles “elegem” o alvo das brincadeiras de mau gosto, da intimidação e das chacotas. Miram todo o seu arsenal em direção ao menino, e este sem defesa, não consegue fazer nada para se livrar. Então, o menino acima do peso, passa a ser motivo de todo o tipo de violência verbal, e em casos mais graves, violência física.
Mas o que fazer?
Antes de qualquer coisa, o bullying é um problema escolar e familiar. A escola tem a responsabilidade de mediar conflitos e aplicar punições a quem foge das regras no ambiente escolar. Mas os pais também têm grande parte de participação nisso, pois antes da escola, é a família que prepara o filho para o mundo. É muito cômodo deixar o papel que é dos pais para a escola. Pois assim, fica mais fácil eleger um culpado pelo mau comportamento dos filhos. Mas isso está errado. Os pais têm sim responsabilidade na formação dos filhos, bem como na imposição e transmissão de limites. Todos nós sabemos que a vida hoje em dia é um tanto corrida, mas os pais têm que arrumar um tempo e um jeito de passar mais tempo com os filhos.
Em Santa Catarina, há uma lei estadual para barrar o bullying entre os estudantes. Porém, mesmo com a lei, há a recomendação de que todas as escolas do estado trabalhem o tema com os alunos. O ministério público catarinense criou uma cartilha denominada: “Bullying: isso não é brincadeira”, que está servindo como instrumento nesse trabalho nas escolas.
As escolas do estado vizinho estão desenvolvendo atividades em sala para debater o tema. Até o momento, pouco havia sido colocado na mídia sobre ações como essas. A meu ver é uma estratégia perfeita, mas, como disse acima, deve contar também com a participação dos pais!
Link para uma postagem anterior que escrevi sobre o tema:
Abaixo o vídeo da reportagem tratando deste tema. Jornal Hoje 30/04/2010
* No site do Ministério Público de Santa Catarina há a versão online da cartilha:
http://www.mp.sc.gov.br/portal/site/portal/portal_detalhe.asp?campo=10230 . No campo “apresentação”, é possível baixar o material para ser usado em sala de aula!
Meus parabéns pela iniciativa!!
Tenham todos um ótimo final de semana!
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