Estudo revela que casais que fazem faxina juntos tem vida sexual mais ativa

Casal que faz faxina junto tem vida sexual mais ativa

Estudo revela que frequência do sexo aumenta com a faxina

Por Minha Vida Publicado em 11/11/2009


Uma faxina a dois pode ser muito mais produtiva do que simplesmente deixar a casa brilhando. Um estudo norte-americano publicado no Journal of Family Issues revela que casais que cuidam da casa juntos praticam mais sexo do que aqueles que fogem das atividades domésticas.

Segundo os pesquisadores, as horas gastas lavando pratos e varrendo a casa são proporcionais à frequência de relações sexuais. A pesquisa foi realizada com mais de 6.800 casais que responderam perguntas sobre idade, duração do casamento, educação e renda. Ao fim do estudo, identificou-se que as mulheres passam 42 horas semanais cuidando da casa. Já os maridos dedicam 23 horas por semana. Da mesma forma, os homens passam 34 horas trabalhando fora enquanto as mulheres gastam uma média semanal de 20 horas.

Segundo os pesquisadores, o que influencia na frequência em que as relações sexuais ocorrem é o padrão de comportamento desses casais, que aponta maior sinergia e parceria. Além disso, os pesquisadores também perceberam que homens e mulheres que passam mais tempo no trabalho também tem mais relações sexuais, possivelmente por serem mais ativos.

A meu ver esse estudo demonstra uma tendência interessante. Ao desempenhar tarefas domésticas em conjunto, o casal se comunica e interage.

Essa interação pode sim ser muito benéfica para o casal. 

Podemos dizer que ao fazer a faxina da casa, eles estariam embelezando o ninho de amor.

É uma visão bem romântica do tema, mas é uma constatação. Uma casa bem arrumada, ainda mais arrumada pelos próprios moradores, é muito mais valorizada.

Portanto, lembre-se que aquela faxina com o parceiro (a) pode ajudar bastante na relação a dois.

Tenham uma boa tarde!
Leonardo Fd Araujo CRP 08/10907
Psicólogo e Coach
Tel: 3093-6222

Rua Padre Anchieta, nº 1923, sala 909
Bigorrilho – Curitiba

Entrevista: Participação no caderno Unimed “Espaço Vida” no Jornal Zero Hora de Porto Alegre

  • Artigo publicado em: 5 novembro, 2009
  • Categorias:
Ontem, 4/11/09, foi publicada uma participação que fiz para o carderno da Unimed “Espaço Vida” de Porto Alegre – RS, veiculada no Jornal Zero Hora

A reportagem fala sobre o estresse e suas características. Outros profissionais também foram entrevistados.

É possível ver o caderno a partir deste endereço: http://www.clicrbs.com.br/especiais/diversos/unimed_03.pdf
Para essa publicação, enviei um artigo sobre o otimismo e o estresse, e este foi reproduzido no blog da Unimed “Espaço Vida”:
Conteúdo: unimedespacovida  |  02/11/2009 16h53min

A sabedoria de saber viver intensamente

Uma disposição mais otimista diante da vida e dos acontecimentos previne/atenua o estresse?

Sem dúvida, o otimismo é um aliado e tanto para qualquer pessoa nos dias atuais. A vida está cada dia mais atribulada e atarefada, uma visão otimista perante os percalços cotidianos é sempre positivo. O mundo que nos cerca é cheio de focos de estresse: o trânsito, trabalho, violência, vida financeira, problemas familiares. É aquela velha máxima, ao ver um copo com água pela metade, o otimista vê um copo quase cheio. Já o pessimista o vê como quase vazio. Ter uma visão otimista nos coloca de maneira mais leve e descontraída diante das situações, propiciando uma melhor tomada de decisões e iniciativa.

Logo, temos um melhor entendimento do mundo que nos cerca, e vivemos de uma forma mais intensa e feliz. Muito se fala do pensamento positivo, que nada mais é que uma posição otimista perante os acontecimentos. Sendo assim, a carga de estresse do dia a dia não nos afeta de maneira negativa, mas sim positiva. Certo nível de estresse é necessário para qualquer um, pois nos ajuda a manter o corpo e a mente em alerta.  O que nos é prejudicial é o excesso.

Já o pessimista leva a vida de maneira mais pesada, um verdadeiro fardo. Vê tudo acontecendo a sua volta e só tem pensamentos negativos para os desfechos, ou seja, espera sempre o pior das coisas. Isso, com o tempo, pode tornar-se prejudicial à saúde física e mental. Ainda mais se esse pessimismo vier acompanhado de uma carga grande de estresse.  Mais cedo ou mais tarde o corpo começará a sentir os efeitos, e as doenças relacionadas poderão ser deflagradas, como: hipertensão arterial, disfunções sexuais, insônia, depressão e muitas outras.

Como sabemos, o estresse excessivo é uma grande fonte de doenças, dentre as mais comuns, as cardiovasculares. Uma pessoa estressada libera cortisol no organismo, o chamado hormônio do estresse. Estudos recentes da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia (UCLA) concluíram que a liberação do hormônio cortisol em pessoas que sofrem de estresse crônico leva a uma diminuição da telomerase, uma enzima que controla o envelhecimento das células. Ou seja, quem sofre de estresse crônico envelhece mais cedo e adoece mais. Outros estudos também já relacionaram o estresse com diminuição da resposta imunológica.

A natureza é sábia, nos deu os mecanismos necessários para que possamos lidar com as dificuldades. O cortisol é um hormônio presente em nós humanos e também nos animais. Essa substância, aliada a outros hormônios como a adrenalina, deixa o corpo preparado para lidar com situações difíceis, como por exemplo, fugir de um prédio em chamas, ou então correr em meio a um tiroteio. O que é prejudicial ao corpo é que com a vida cotidiana atual, temos esses hormônios liberados de maneira mais contínua. Sendo assim, o corpo se mantém em constante estado de alerta, só que isso nem sempre é bom, pois precisamos também do repouso.

Hábitos saudáveis de vida, aliados a uma visão otimista do mundo são fórmulas de longevidade e saúde.

* Leonardo Fd Araujo é psicólogo e psicoterapeuta, especialista em psicologia clínica pela UTP-PR, autor do blog Um Psicólogo em Curitiba : www.psicologoemcuritiba.com.br


Publicado no Blog Unimed “Espaço Vida”

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Estudo levanta a polêmica: pessoas mal humoradas e tristes podem ter uma melhor memória e tomar decisões de forma mais prudente. E agora?

Direto da redação do Jornal Hoje:


Pessoas mal-humoradas são mais atentas

Um estudo mostra que pessoas mal-humoradas conseguem ser mais atentas, podem ter uma memória melhor e tendem a tomar decisões mais prudentes.

Lília Teles – Nova York
A pesquisa desafia o senso comum. É difícil acreditar que um pouco de mau humor e tristeza podem até fazer bem.

A pesquisa enche a bola dos rabugentos. O estudo diz que as pessoas mais negativas, que têm sempre o pé atrás, desconfiadas, têm uma capacidade de análise maior e conseguem pensar mais claramente. Ao contrário daquelas pessoas muito alegres, muito flexíveis, os mais amargos têm mais facilidade para tomar decisões e são menos ingênuos. O estudo foi conduzido por um professor de psicologia de uma universidade australiana, Joseph Forgas.

Ele observou voluntários que assistiram a diferentes filmes e também falaram sobre passagens positivas ou negativas da vida de cada um, para ver se isso os deixava de bom ou de mau humor.

Depois os participantes discutiram assuntos variados e descreveram eventos que tinham testemunhado.

A conclusão da pesquisa é que enquanto um estado de ânimo positivo facilita a criatividade e a cooperação, os mal humorados cometem menos erros e são melhores comunicadores porque são mais cautelosos com os julgamentos e prestam mais atenção ao mundo externo, ou seja, nem sempre é bom estar de bom humor. Às vezes, euforia demais atrapalha.

Fonte: Jornal Hoje 03/11/2009

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O resultado deste estudo denota uma situação particular, de um grupo particular em um determinado país, no caso a Austrália. Para dizer o contrário, teríamos que aplicar o estudo aqui no Brasil também. Não se pode a partir destes resultados dizer que ser mal humorado ou pessimista seja algo positivo. 

Quantitativamente, pelo o que demonstrou o estudo, pessoas com esse tipo de repertório de humor e pensamento tendem a “pensar” mais ou a processar uma maior quantidade de informações para momentos difíceis. Eu diria que o mal humorado, por ser aparentemente mais introspectivo, pode sim demandar mais tempo e energia em determinadas coisas. Assim como o bem humorado direciona a sua energia em outras. O fato é que essa pesquisa não demonstra o outro lado do mau humor e da tristeza, velhos conhecidos nos consultórios de psicólogos. 

Sabemos pela prática que tais repertórios são danosos para a saúde física e mental, a médio e longo prazo. Pensamentos repetitivos ou negativos tornam-se maçantes com o tempo. E nem sempre isso pode ser tomado como benéfico para a pessoa. A tristeza, por ser algo de natureza solitária, pode influenciar no fluxo do pensamento da pessoa, levando-a a refletir e repetir mentalmente os fatos que a levam a essa tristeza.

Enfim, a boa e velha recomendação para tentar manter o humor para cima continua. 

Tenham uma boa semana!!

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O bom humor e o otimismo podem ter fundo genético

Estudos recentes realizados pela Dra Elaine Fox e publicados na revista Proceedings of the Royal Society, demonstram ligações do gene transportador de serotonina (5-HTTLPR) com a tendência de o indivíduo ser otimista ou pessimista perante as situações. O estudo foi feito com pessoas que apresentam o alelo LL deste gene, ou seja, as que seriam mais otimistas e bem humoradas. O resultado foi que essas pessoas apresentaram maior afeição a cenas positivas e maior repulsa a cenas negativas.

Para o gene transportador de serotonina, existem três alelos o LL (bem humorado e otimista), o LC (nem bem e nem mal humorado) e o CC (mal humorado e pessimista), esses padrões são hereditários. Lembrando que a serotonina é um neurotransmissor presente em nosso cérebro, e está ligado a diversas funções, dentre elas o humor.

Segundo a geneticista brasileira Mayana Zatz, a pesquisa da Dra Fox demonstraria uma tendência dos portadores do alelo LL a fixar-se em situações positivas e evitar situações negativas. Ainda segundo a profª Zatz, um estudo brasileiro foi publicado na revista Nature/Molecular Phychiatry. Neste estudo, em uma amostra de 197 brasileiros, foi levantado que 40% apresentam o alelo LL do otimisto e bom humor, e que apenas 16% apresentam o alelo CC do pessimismo. Em seu blog, a profª Zatz levanta a polêmica: seria esse um indício genético do nosso famoso bom humor? Ou será que só o sol, a praia e a música é que fazem de nós brasileiros bem humorados e otimistas?

Eu acrescentaria mais. Os alelos mencionados nos estudos podem apontar uma tendência, mas também temos que levar em consideração os outros fatores, como os psicológicos e socioculturais. Os fatores psicológicos incluem a história de vida do indivíduo, bem como os padrões e repertórios de comportamento aprendidos desde a infância. Já os fatores socioculturais incluem o meio onde o indivíduo vive, bem como o núcleo familiar.

O que aconteceria se uma pessoa que carregue o alelo LL vier a nascer em um lar desestruturado, com condições precárias, essa pessoa seria bem humorada e otimista? É um bom tema para uma pesquisa futura. Como eu disse anteriormente, para tudo, desde uma tendência de comportamento e até uma psicopatologia, há sempre causas biológicas, psíquicas, sociais e culturais.

Fico orgulhoso em ver que o nosso país está sendo valorizado nas publicações científicas mundiais. O estudo da geneticista Mayana Zatz, juntamente com outros pesquisadores, será agora comparado com estudos de outros países.

Em uma reportagem do Jornal Hoje (21/10/2009) foram apresentados dados sobre essa interação entre estudos. Nós brasileiros, segundo a genética, somos 2 vezes e meia mais otimistas do que os britânicos.

Link para o estudo da Dra Elaine Fox
Link para o estudo da geneticista Mayana Zatz

Tenham todos uma ótima semana e um excelente dia!


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Estudo indica possíveis ligações entre o consumo excessivo de doces e a prática de crimes

 foto: Claudio Núñez
Cientistas britânicos realizaram uma pesquisa com 17,500 britânicos nascidos em 1970, por um período de quase 40 anos. Entre crianças que comeram chocolates e doces diariamente, 69% apresentaram condutas violentas por volta dos 34 anos de idade. Entre as crianças que não se envolveram em nenhum episódio violento, 42% comeram doces e chocolates diariamente.
 
A pesquisa foi publicada no The British Journal of Psychiatry. Os pesquisadores disseram que os resultados foram significativos, porém há a necessidade de aprofundar mais os estudos para evidenciar outros aspectos, refutar ou confirmar a ligação do consumo excessivo de doces e a violência. Segundo o PhD Simon C. Moore, o estudo não concluiu que os doces não fazem bem, mas apenas evidenciou uma tendência na tomada de decisão das crianças.
 
Os pais que oferecem doces e chocolates às crianças para que elas se comportem, pelo visto, podem estar prejudicando os seus filhos. Isso pode levar as crianças à privação do aprendizado da satisfação, e futuramente pode levar a uma conduta violenta, evidencia Simon Moore.

Em estudos anteriores, os cientistas haviam descoberto que uma melhor alimentação e nutrição, levam a um comportamento também melhor.

Moore frisa que ainda não há conclusões suficientes para sugerir aos pais a restrição de doces e chocolates para crianças. As variáveis são muitas, e estudos complementares serão necessários.

link para a publicação: Confectionery consumption in childhood and adult violence

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