Estudo revela que casais que fazem faxina juntos tem vida sexual mais ativa
- Artigo publicado em: 12 novembro, 2009
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Estudo revela que frequência do sexo aumenta com a faxina
Por Minha Vida Publicado em 11/11/2009
Uma faxina a dois pode ser muito mais produtiva do que simplesmente deixar a casa brilhando. Um estudo norte-americano publicado no Journal of Family Issues revela que casais que cuidam da casa juntos praticam mais sexo do que aqueles que fogem das atividades domésticas.
Segundo os pesquisadores, as horas gastas lavando pratos e varrendo a casa são proporcionais à frequência de relações sexuais. A pesquisa foi realizada com mais de 6.800 casais que responderam perguntas sobre idade, duração do casamento, educação e renda. Ao fim do estudo, identificou-se que as mulheres passam 42 horas semanais cuidando da casa. Já os maridos dedicam 23 horas por semana. Da mesma forma, os homens passam 34 horas trabalhando fora enquanto as mulheres gastam uma média semanal de 20 horas.
Podemos dizer que ao fazer a faxina da casa, eles estariam embelezando o ninho de amor.
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Entrevista: Participação no caderno Unimed “Espaço Vida” no Jornal Zero Hora de Porto Alegre
- Artigo publicado em: 5 novembro, 2009
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A sabedoria de saber viver intensamente
Uma disposição mais otimista diante da vida e dos acontecimentos previne/atenua o estresse?
Sem dúvida, o otimismo é um aliado e tanto para qualquer pessoa nos dias atuais. A vida está cada dia mais atribulada e atarefada, uma visão otimista perante os percalços cotidianos é sempre positivo. O mundo que nos cerca é cheio de focos de estresse: o trânsito, trabalho, violência, vida financeira, problemas familiares. É aquela velha máxima, ao ver um copo com água pela metade, o otimista vê um copo quase cheio. Já o pessimista o vê como quase vazio. Ter uma visão otimista nos coloca de maneira mais leve e descontraída diante das situações, propiciando uma melhor tomada de decisões e iniciativa.
Logo, temos um melhor entendimento do mundo que nos cerca, e vivemos de uma forma mais intensa e feliz. Muito se fala do pensamento positivo, que nada mais é que uma posição otimista perante os acontecimentos. Sendo assim, a carga de estresse do dia a dia não nos afeta de maneira negativa, mas sim positiva. Certo nível de estresse é necessário para qualquer um, pois nos ajuda a manter o corpo e a mente em alerta. O que nos é prejudicial é o excesso.
Já o pessimista leva a vida de maneira mais pesada, um verdadeiro fardo. Vê tudo acontecendo a sua volta e só tem pensamentos negativos para os desfechos, ou seja, espera sempre o pior das coisas. Isso, com o tempo, pode tornar-se prejudicial à saúde física e mental. Ainda mais se esse pessimismo vier acompanhado de uma carga grande de estresse. Mais cedo ou mais tarde o corpo começará a sentir os efeitos, e as doenças relacionadas poderão ser deflagradas, como: hipertensão arterial, disfunções sexuais, insônia, depressão e muitas outras.
Como sabemos, o estresse excessivo é uma grande fonte de doenças, dentre as mais comuns, as cardiovasculares. Uma pessoa estressada libera cortisol no organismo, o chamado hormônio do estresse. Estudos recentes da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia (UCLA) concluíram que a liberação do hormônio cortisol em pessoas que sofrem de estresse crônico leva a uma diminuição da telomerase, uma enzima que controla o envelhecimento das células. Ou seja, quem sofre de estresse crônico envelhece mais cedo e adoece mais. Outros estudos também já relacionaram o estresse com diminuição da resposta imunológica.
A natureza é sábia, nos deu os mecanismos necessários para que possamos lidar com as dificuldades. O cortisol é um hormônio presente em nós humanos e também nos animais. Essa substância, aliada a outros hormônios como a adrenalina, deixa o corpo preparado para lidar com situações difíceis, como por exemplo, fugir de um prédio em chamas, ou então correr em meio a um tiroteio. O que é prejudicial ao corpo é que com a vida cotidiana atual, temos esses hormônios liberados de maneira mais contínua. Sendo assim, o corpo se mantém em constante estado de alerta, só que isso nem sempre é bom, pois precisamos também do repouso.
Hábitos saudáveis de vida, aliados a uma visão otimista do mundo são fórmulas de longevidade e saúde.
* Leonardo Fd Araujo é psicólogo e psicoterapeuta, especialista em psicologia clínica pela UTP-PR, autor do blog Um Psicólogo em Curitiba : www.psicologoemcuritiba.com.br
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Estudo levanta a polêmica: pessoas mal humoradas e tristes podem ter uma melhor memória e tomar decisões de forma mais prudente. E agora?
- Artigo publicado em: 3 novembro, 2009
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Pessoas mal-humoradas são mais atentas
A pesquisa enche a bola dos rabugentos. O estudo diz que as pessoas mais negativas, que têm sempre o pé atrás, desconfiadas, têm uma capacidade de análise maior e conseguem pensar mais claramente. Ao contrário daquelas pessoas muito alegres, muito flexíveis, os mais amargos têm mais facilidade para tomar decisões e são menos ingênuos. O estudo foi conduzido por um professor de psicologia de uma universidade australiana, Joseph Forgas.
Ele observou voluntários que assistiram a diferentes filmes e também falaram sobre passagens positivas ou negativas da vida de cada um, para ver se isso os deixava de bom ou de mau humor.
Depois os participantes discutiram assuntos variados e descreveram eventos que tinham testemunhado.
A conclusão da pesquisa é que enquanto um estado de ânimo positivo facilita a criatividade e a cooperação, os mal humorados cometem menos erros e são melhores comunicadores porque são mais cautelosos com os julgamentos e prestam mais atenção ao mundo externo, ou seja, nem sempre é bom estar de bom humor. Às vezes, euforia demais atrapalha.
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O resultado deste estudo denota uma situação particular, de um grupo particular em um determinado país, no caso a Austrália. Para dizer o contrário, teríamos que aplicar o estudo aqui no Brasil também. Não se pode a partir destes resultados dizer que ser mal humorado ou pessimista seja algo positivo.
Quantitativamente, pelo o que demonstrou o estudo, pessoas com esse tipo de repertório de humor e pensamento tendem a “pensar” mais ou a processar uma maior quantidade de informações para momentos difíceis. Eu diria que o mal humorado, por ser aparentemente mais introspectivo, pode sim demandar mais tempo e energia em determinadas coisas. Assim como o bem humorado direciona a sua energia em outras. O fato é que essa pesquisa não demonstra o outro lado do mau humor e da tristeza, velhos conhecidos nos consultórios de psicólogos.
Sabemos pela prática que tais repertórios são danosos para a saúde física e mental, a médio e longo prazo. Pensamentos repetitivos ou negativos tornam-se maçantes com o tempo. E nem sempre isso pode ser tomado como benéfico para a pessoa. A tristeza, por ser algo de natureza solitária, pode influenciar no fluxo do pensamento da pessoa, levando-a a refletir e repetir mentalmente os fatos que a levam a essa tristeza.
Enfim, a boa e velha recomendação para tentar manter o humor para cima continua.
Tenham uma boa semana!!
O seu comentário é muito importante!!
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O bom humor e o otimismo podem ter fundo genético
- Artigo publicado em: 21 outubro, 2009
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Tenham todos uma ótima semana e um excelente dia!
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Estudo indica possíveis ligações entre o consumo excessivo de doces e a prática de crimes
- Artigo publicado em: 1 outubro, 2009
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A pesquisa foi publicada no The British Journal of Psychiatry. Os pesquisadores disseram que os resultados foram significativos, porém há a necessidade de aprofundar mais os estudos para evidenciar outros aspectos, refutar ou confirmar a ligação do consumo excessivo de doces e a violência. Segundo o PhD Simon C. Moore, o estudo não concluiu que os doces não fazem bem, mas apenas evidenciou uma tendência na tomada de decisão das crianças.
Em estudos anteriores, os cientistas haviam descoberto que uma melhor alimentação e nutrição, levam a um comportamento também melhor.
Moore frisa que ainda não há conclusões suficientes para sugerir aos pais a restrição de doces e chocolates para crianças. As variáveis são muitas, e estudos complementares serão necessários.
link para a publicação: Confectionery consumption in childhood and adult violence
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