Artigos marcados com a categoria: Psicologia
Jogo do Tigrinho: o alerta para o prejuízo emocional e financeiro
- Artigo publicado em: 24 outubro, 2024
- Categorias:
Ler resumo do artigo ⮟
-
O Jogo do Tigrinho ganhou visibilidade no Brasil a partir de promessas de ganho rápido, divulgação intensa nas redes sociais e participação de influenciadores digitais.
-
O que parece começar como uma brincadeira no celular pode evoluir para perdas financeiras, segredo, culpa, irritabilidade e conflitos familiares.
-
A ludopatia, ou transtorno do jogo, não deve ser reduzida a falta de caráter: trata-se de um quadro que pode envolver perda de controle, compulsão e sofrimento emocional.
-
Quando o jogo começa a afetar o orçamento, os vínculos e a rotina da casa, é importante buscar ajuda profissional de um psicólogo e construir limites concretos.
Jogo do Tigrinho: o alerta para o prejuízo emocional e financeiro
Tempo estimado de leitura: 7 minutos
Em pouco tempo, o chamado Jogo do Tigrinho deixou de ser apenas uma curiosidade das redes sociais e passou a ocupar um lugar preocupante na vida de muitas famílias brasileiras. Com aparência simples, linguagem sedutora e promessa de ganhos rápidos, esse tipo de jogo online encontrou um terreno fértil: o celular na mão, a ansiedade financeira, a influência de perfis digitais e a esperança de que uma aposta possa mudar tudo de uma hora para outra.
O problema é que, para muitas pessoas, a experiência não termina na diversão. Começa com pequenas apostas, passa pela tentativa de recuperar o dinheiro perdido e, em alguns casos, chega ao endividamento, às mentiras, aos conflitos conjugais, ao afastamento dos filhos e à sensação de vergonha. Aquilo que parecia ser apenas “um joguinho” pode se transformar em um ciclo silencioso de sofrimento.
Este artigo propõe uma reflexão sobre o avanço do Jogo do Tigrinho, especialmente a partir dos alertas que ganharam força no Brasil em 2023, e sobre como esse fenômeno tem interferido na saúde emocional, financeira e familiar de muitos brasileiros.
O que é o Jogo do Tigrinho?
O Jogo do Tigrinho é o nome popular pelo qual ficou conhecido o Fortune Tiger, um jogo online no formato de caça-níquel digital. Sua lógica é aparentemente simples: o jogador aposta dinheiro, aciona a rodada e espera que os símbolos se combinem para gerar algum prêmio.
A simplicidade visual é justamente uma das armadilhas. O jogo parece fácil de entender, rápido de acessar e inofensivo o suficiente para caber em qualquer intervalo do dia. Diferente de um cassino físico, que exige deslocamento, tempo e exposição social, o jogo online pode acontecer em silêncio: no sofá, na cama, no banheiro, durante o expediente, no intervalo do almoço ou de madrugada.
O perigo não está apenas na aposta em si, mas na facilidade com que ela se repete. A cada rodada, a pessoa pode sentir que está muito perto de recuperar o que perdeu.
Essa repetição rápida, somada à promessa de ganho imediato, pode criar um ciclo emocional intenso: expectativa, frustração, nova tentativa, perda, culpa e mais uma aposta para tentar “corrigir” o prejuízo anterior.
O alerta que ganhou força em 2023
Embora os jogos de azar online já circulassem antes, o Jogo do Tigrinho ganhou grande visibilidade no Brasil a partir de 2023, especialmente por meio das redes sociais e da divulgação feita por influenciadores digitais. Em reportagens exibidas naquele período, vieram à tona denúncias envolvendo promessas de ganho fácil, ostentação de dinheiro e suspeitas de uso de versões demonstrativas para simular resultados positivos.
Esse tipo de divulgação atinge diretamente um ponto sensível: o desejo humano de encontrar uma saída rápida para dificuldades financeiras. Para quem está endividado, inseguro, ansioso ou vivendo um período de baixa autoestima, a promessa de “virar o jogo” pode parecer mais do que entretenimento. Pode parecer uma oportunidade.
O problema é que a oportunidade, muitas vezes, se transforma em armadilha. A pessoa entra imaginando que pode ganhar um valor extra, mas, ao perder, passa a tentar recuperar o prejuízo. Essa tentativa de recuperação é uma das engrenagens mais perigosas do jogo problemático.
Quando o jogo deixa de ser diversão
Nem toda pessoa que aposta desenvolverá um transtorno do jogo. Porém, alguns sinais merecem atenção. O jogo começa a deixar de ser lazer quando passa a ocupar espaço demais na mente, no tempo, no dinheiro e nos vínculos.
Entre os sinais de alerta, podem aparecer:
- pensar constantemente no jogo ou nas perdas;
- apostar valores cada vez maiores;
- tentar parar e não conseguir;
- ficar irritado quando alguém questiona o comportamento;
- mentir sobre valores apostados;
- pedir dinheiro emprestado para pagar dívidas;
- usar cartão, cheque especial, empréstimos ou dinheiro da família;
- tentar recuperar perdas com novas apostas;
- sentir vergonha, culpa ou desespero depois de jogar.
Na prática clínica, é comum que a família perceba primeiro os efeitos indiretos: mudanças de humor, sumiços financeiros, atrasos em contas, isolamento, irritabilidade, mentiras pequenas e um comportamento mais defensivo quando o assunto dinheiro aparece.
O impacto dentro das famílias
O Jogo do Tigrinho não afeta apenas quem joga. Ele pode atingir todo o sistema familiar. Quando o dinheiro desaparece, a confiança também começa a ser comprometida. Em muitos casos, o familiar não sofre apenas pela dívida, mas pela sensação de ter sido enganado.
A companheira ou o companheiro pode descobrir empréstimos escondidos, movimentações estranhas no Pix, compras parceladas, uso do limite do cartão ou pedidos de dinheiro para terceiros. Pais podem perceber que o filho adolescente ou jovem adulto está mais irritado, fechado ou ansioso. Filhos podem notar discussões constantes em casa sem entender exatamente o motivo.
Quando o jogo entra pela porta do segredo, muitas vezes ele sai pela porta do conflito familiar.
A família costuma alternar entre raiva, medo, proteção e desespero. Alguns familiares tentam resolver pagando dívidas. Outros partem para ameaças. Há ainda quem silencie por vergonha. Nenhuma dessas reações é incompreensível. Porém, quando não existe um plano claro, a família pode acabar presa ao mesmo ciclo: descoberta, promessa, pagamento, recaída e nova crise.
Por que é tão difícil simplesmente parar?
Para quem está de fora, pode parecer simples: “é só desinstalar o aplicativo”, “é só bloquear o cartão”, “é só parar de jogar”. Mas, quando o comportamento já assumiu características compulsivas, a situação se torna mais complexa.
O transtorno do jogo envolve uma relação problemática com a aposta, marcada pela repetição do comportamento apesar dos prejuízos. A pessoa pode reconhecer que está perdendo dinheiro, que está ferindo a família e que precisa parar. Mesmo assim, sente uma pressão interna para continuar. Em muitos casos, joga não apenas para ganhar, mas para aliviar ansiedade, fugir de problemas, recuperar perdas ou reduzir uma sensação de fracasso.
Isso não significa retirar a responsabilidade da pessoa. Significa compreender que responsabilidade e cuidado precisam caminhar juntos. A pessoa precisa assumir as consequências, mas também precisa de tratamento, limites externos e reorganização da vida.
A armadilha da recuperação de perdas
Um dos pontos mais importantes para entender o Jogo do Tigrinho é a tentativa de recuperar o que foi perdido. A pessoa aposta R$ 50, perde, tenta recuperar com mais R$ 100, perde novamente e aumenta a aposta. Em pouco tempo, o problema deixa de ser ganhar dinheiro e passa a ser desfazer o prejuízo.
Essa lógica é emocionalmente poderosa porque mistura vergonha, esperança e urgência. A pessoa pensa: “se eu ganhar agora, resolvo tudo e ninguém precisa saber”. Mas, ao tentar esconder a perda, muitas vezes aumenta ainda mais o tamanho do problema.
É nesse momento que surgem comportamentos de maior risco: mentiras, empréstimos, venda de objetos, uso de dinheiro da casa, pedidos insistentes a familiares e, em alguns casos, envolvimento com dívidas difíceis de controlar.
Como conversar com alguém que está preso ao jogo?
A conversa precisa ser firme, mas não humilhante. A humilhação pode aumentar a vergonha e levar a mais segredo. Por outro lado, a permissividade pode alimentar o ciclo. O caminho mais saudável costuma estar entre esses dois extremos: acolher a pessoa, mas estabelecer limites objetivos.
Algumas orientações podem ajudar:
- evite discutir apenas no auge da crise;
- fale sobre fatos concretos, como valores, datas e consequências;
- não transforme a conversa em ataque moral;
- não assuma dívidas sem um plano de tratamento e controle;
- combine limites financeiros claros;
- incentive ajuda psicológica e, se necessário, avaliação psiquiátrica;
- proteja crianças e adolescentes da exposição ao jogo;
- busque apoio também para os familiares afetados.
A família não precisa resolver tudo sozinha. Muitas vezes, o familiar também está adoecido pela tensão, pela vigilância constante, pela frustração e pelo medo de uma nova recaída.
O que pode ajudar no tratamento?
O tratamento da ludopatia / transtorno de jogo envolve diferentes frentes. A psicoterapia pode ajudar a pessoa a compreender gatilhos emocionais, impulsividade, vergonha, pensamentos distorcidos sobre ganho e perda, além de construir estratégias práticas para interromper o ciclo do jogo.
Também pode ser necessário organizar medidas externas, como bloqueios de acesso, limitação de movimentações financeiras, acompanhamento familiar, planejamento de dívidas e participação em grupos de apoio. Em alguns casos, uma avaliação médica ou psiquiátrica pode ser indicada, especialmente quando há ansiedade intensa, depressão, uso de substâncias, impulsividade importante ou risco de autoagressão.
O ponto central é entender que o tratamento não se resume a “parar de jogar”. A recuperação envolve reconstruir rotina, confiança, responsabilidade financeira, diálogo familiar e formas mais saudáveis de lidar com frustração, vazio, ansiedade e desejo de recompensa imediata.
Quando procurar ajuda?
É importante procurar ajuda quando o jogo começa a gerar sofrimento, dívida, segredo ou prejuízo nos relacionamentos amorosos e familiares. Também é sinal de alerta quando a pessoa promete parar, mas volta a jogar; quando precisa mentir sobre valores; quando usa dinheiro destinado a outras responsabilidades; ou quando o humor passa a depender do resultado das apostas.
Quanto mais cedo o problema é reconhecido, maiores são as chances de reorganização. Esperar “chegar ao fundo do poço” pode tornar o caminho mais doloroso para todos.
Pedir ajuda não apaga as consequências do jogo, mas pode ser o primeiro passo para interromper o ciclo e reconstruir a confiança.
Considerações finais
O avanço do Jogo do Tigrinho mostrou como os jogos de azar online podem entrar rapidamente no cotidiano das pessoas. Com poucos cliques, a aposta se instala no celular, no orçamento e, muitas vezes, no silêncio da casa. O que começa como curiosidade pode se transformar em dependência comportamental, especialmente quando a pessoa tenta compensar perdas, esconder prejuízos e buscar no jogo uma solução emocional ou financeira.
Por isso, é fundamental olhar para esse fenômeno sem ingenuidade e sem moralismo. A ludopatia não deve ser reduzida a falta de caráter, mas também não pode ser tratada como algo sem consequências. Ela exige responsabilidade, cuidado, limites e tratamento adequado.
Se o jogo passou a ocupar espaço demais na sua vida ou na vida de alguém próximo, talvez seja o momento de conversar com um profissional. A psicoterapia pode ajudar a compreender o ciclo, organizar estratégias de enfrentamento e construir um caminho mais seguro para a pessoa e para sua família.
Leia também: O Vício em Apostas Online: Como Buscar Ajuda?
Sobre o autor
Leonardo Fd Araujo – Doctoralia.com.br
Leonardo Fd Araujo
Psicólogo em Curitiba CRP 08/10907
Terapia | Terapia Online | Palestras
Atendimento em casos de Ludopatia
Avaliação Psicológica para Vasectomia
psicologoemcuritiba.com.br
41 9.9643-9560
Atendimento presencial e online
Bigorrilho, Curitiba – PR
Fontes
AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. What is Gambling Disorder? Washington, DC: APA, s.d. Disponível em: https://www.psychiatry.org/patients-families/gambling-disorder/what-is-gambling-disorder.
FANTÁSTICO. Propagandas fraudulentas do “Jogo do Tigrinho” invadem celulares e redes sociais. Globoplay, 2024. Disponível em: https://globoplay.globo.com/v/12701641/.
CORREIO BRAZILIENSE. “Jogo do Tigrinho”: como agiam e quem são os investigados. Brasília, 04 dez. 2023. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/diversao-e-arte/2023/12/6664845-jogo-do-tigrinho-como-agiam-e-quem-sao-os-investigados.html.
MINISTÉRIO DA FAZENDA. Jogo Responsável. Brasília: Secretaria de Prêmios e Apostas, s.d. Disponível em: https://www.gov.br/fazenda/pt-br/composicao/orgaos/secretaria-de-premios-e-apostas/jogo-responsavel.
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO. Os divórcios motivados pelo vício em bets e Jogo do Tigrinho: “meu marido vendeu nossa casa”. Cuiabá, 2024. Disponível em: https://www.mpmt.mp.br/portalcao/news/730/147750/os-divorcios-motivados-pelo-vicio-em-bets-e-jogo-do-tigrinho-meu-marido-vendeu-nossa-casa/274.
Ghosting: O Silêncio Ensurdecedor que Ecoa no Coração
- Artigo publicado em: 4 outubro, 2024
- Categorias:
Um novo fantasma ronda os relacionamentos atuais: o ghosting
Em tempos de conexões instantâneas e conversas rápidas, essa prática tem se tornado frequente, que consiste em desaparecer subitamente da vida de alguém sem dar explicações, tem se tornado cada vez mais comum, deixando para trás um rastro de dúvidas, inseguranças e corações feridos. Ghosting é um termo inglês que se refere ao ato de ignorar alguém sem dar explicações ou aviso prévio. A palavra deriva de “ghost”, que significa “fantasma” em português. Mas como entender esse comportamento que transforma o silêncio em uma presença incômoda e dolorosa?
Imagine a seguinte situação: você conhece alguém interessante, a conversa flui, a conexão parece promissora. O palco pode ser um aplicativo de relacionamento como o Tinder, ou até mesmo alguém que você conheceu de outra forma. Mensagens são trocadas diariamente, emojis apaixonados colorem a tela do celular, planos começam a ser traçados. Então, do nada, o silêncio. Mensagens visualizadas e não respondidas, ligações que caem na caixa postal, a presença online que se torna um fantasma. Você tenta entender o que aconteceu, revira as conversas em busca de um sinal, uma pista, uma justificativa. Mas o silêncio é a única resposta. Você se torna um detetive investigando migalhas de atenção, torturado pela falta de um ponto final.
O ghosting, apesar de aparentemente simples e indolor para quem o pratica, pode ter um impacto profundo na saúde mental e emocional de quem é ignorado.

A falta de uma explicação clara gera um turbilhão de sentimentos conflitantes:
• Rejeição: A sensação de descarte, de não ser importante o suficiente para merecer ao menos uma despedida.
• Insegurança: “O que eu fiz de errado?”, “Eu não sou suficientemente bom?”. As dúvidas corroem a autoestima, gerando ansiedade e insegurança nas próximas relações.
• Culpa: A tendência natural é buscar as razões para o sumiço em si mesmo, questionando atitudes e comportamentos. “E se eu tivesse dito ou feito algo diferente?”.
• Dificuldade em seguir em frente: Sem um ponto final, a mente cria cenários e expectativas, alimentando a esperança de uma reconciliação que dificilmente virá. A ferida fica aberta, atrapalhando a superação e a possibilidade de novos encontros.
Lidando com o fantasma do silêncio:
A situação foge do controle, por mais que a pessoa queira manter contato, do outro lado só o silêncio. É importante refletir sobre alguns pontos para tentar minimizar os danos emocionais.
• Reconheça seus sentimentos: Negar a dor ou minimizar a importância do que aconteceu só irá prolongar o sofrimento. Permita-se sentir a tristeza, a raiva, a frustração. Toda reparação, toda a cura emocional precede algum nível de dor. É importante vivenciar isso e entender o caminho a seguir.
• Quebre o ciclo da culpa: O ghosting diz mais sobre quem o pratica do que sobre quem é ignorado. Lembre-se que você não pode controlar as ações do outro, apenas as suas. Nesse sentido, libertar-se de sentimentos de insuficiência, ou mesmo de “não sou tão bom para a pessoa” é um caminho para quebrar esse ciclo.
• Estabeleça limites: Se a pessoa reaparecer como se nada tivesse acontecido, converse abertamente sobre o ocorrido e seus sentimentos. Deixe claro que esse tipo de comportamento é inaceitável para você. A autopreservação deve ser uma tônica, pois assim, com você em primeiro lugar, fica mais fácil dizer não!
• Concentre-se em sua recuperação: Invista em atividades prazerosas, fortaleça os laços com amigos e familiares, e procure ajuda de um psicólogo se sentir necessidade. A terapia pode te ajudar a lidar com as emoções dolorosas, a reconstruir sua autoestima e a desenvolver relacionamentos mais saudáveis.
Ghosting nas telas:
“Ele” (Her, 2013) de Spike Jonze.
O filme, estrelado por Joaquin Phoenix (Theodore), explora a relação de um homem solitário com um sistema operacional dotado de inteligência artificial chamado Samantha (voz de Scarlett Johansson). Apesar de não ser o tema central, o filme ilustra de forma sensível o impacto de um “desaparecimento” abrupto em um relacionamento, mesmo que nesse caso seja um sistema operacional quem rompe o contato.

Conclusão:
O ghosting, embora pareça ser uma prática simples e cada vez mais comum na era digital, deixa marcas profundas naqueles que o vivenciam. É fundamental romper o silêncio que aprisiona a dor do ghosting, acolhendo os sentimentos, ressignificando a culpa e reconhecendo o valor próprio. Buscar apoio profissional pode ser o primeiro passo para trilhar um caminho de cura, aprendendo a construir relações mais saudáveis e conscientes, livres do fantasma do silêncio.
No consultório o tema é bastante frequente, o mais importante é falar, trabalhar a questão de forma saudável a fim de supera-la! Lembre-se: você merece respeito, clareza e afeto genuíno em suas relações. Não hesite em buscar ajuda para superar as feridas do ghosting e abrir seu coração para conexões mais autênticas. Agende uma consulta e descubra como a terapia pode te auxiliar nesse processo! Pode contar comigo!
Leonardo Fd Araujo – Doctoralia.com.br
Leonardo Fd Araujo
Psicólogo em Curitiba CRP 08/10907
Terapia | Terapia Online | Palestras
Avaliação Psicológica para Vasectomia
psicologoemcuritiba.com.br
41 – 9.9643-9560
Atendimento presencial e online
Bigorrilho, Curitiba – PR
Artigo : Um novo fantasma ronda os relacionamentos atuais: o ghosting
O Impacto do Medo do Compromisso nos Relacionamentos: Quando o Amor Encontra a Insegurança
- Artigo publicado em: 27 junho, 2024
- Categorias:
O amor, em sua essência, é uma força poderosa que nos impulsiona a buscar conexão e intimidade. No entanto, para algumas pessoas, a busca por um relacionamento duradouro e significativo pode se transformar em uma batalha interna, marcada pelo medo do compromisso. Esse medo, muitas vezes inconsciente, pode sabotar a felicidade e impedir a construção de vínculos saudáveis, criando um ciclo de insegurança e sofrimento. Neste artigo vamos falar um pouco mais sobre o que é o medo do compromisso e como ele se manifesta.
Compreendendo o Medo do Compromisso
O medo de se relacionar é uma resposta emocional complexa que pode ter raízes em experiências passadas, crenças negativas sobre o amor e a intimidade, ou ainda em questões de autoestima e autoconfiança. Pessoas com esse medo podem ter dificuldade em se abrir para outras pessoas, em confiar plenamente em um parceiro e em se entregar à ideia de um relacionamento a longo prazo.
O medo do compromisso pode ser um reflexo de traumas de relacionamentos anteriores, como a perda de um ente querido ou a experiência de um rompimento doloroso. Em outras situações, esse medo pode estar ligado a crenças negativas sobre o amor, como a crença de que o amor é uma ilusão ou que as pessoas são incapazes de amar verdadeiramente.
Sinais do Medo do Compromisso
Durante quase duas décadas de atendimento clínico, fica claro perceber que o medo do compromisso se manifesta de formas diversas, e algumas pistas podem indicar sua presença em um relacionamento:
• Sabotar a intimidade: Distanciamento emocional, evitação de conversas profundas e recusa em se entregar completamente à relação.
• Fugir do compromisso: Adiar a oficialização do relacionamento, evitar assuntos sérios como futuro e casamento, e ter dificuldade em se comprometer com planos a longo prazo.
• Criar barreiras: Buscar defeitos no parceiro, levantar desculpas para evitar a intimidade, e projetar inseguranças e medos sobre a relação.
• Sentir-se preso e sufocar a relação: O medo de perder a liberdade e a autonomia pode levar a uma necessidade de controle e de afastamento constante.
• Nas redes sociais e aplicativos: a prática do ghosting, deixando a pessoa “no vácuo”, sem respostas. Alguns conhecem como “dando um gelo”. Ou, até mesmo, demorar horas ou dias para responder. Esse tipo de postura pode ser extremamente prejudicial emocionalmente, pois abre brechas para que a pessoa que está sendo desprezada pense um milhão de possibilidades.
O Impacto nas Relações
O medo do compromisso pode ter um impacto devastador nos relacionamentos, criando um ciclo vicioso de insegurança e frustração. Tomar consciência destes pontos é o primeiro passo para lidar com a questão:
• Incerteza e confusão: A falta de clareza sobre o futuro e a instabilidade gerada pelo medo podem gerar ansiedade e insegurança para ambos os lados.
• Dificuldade de comunicação: A dificuldade em se abrir e em se comunicar abertamente sobre os medos e as necessidades cria um abismo entre os parceiros.
• Distanciamento e conflitos: A constante necessidade de distância e o medo de se comprometer podem levar a brigas e a um afastamento progressivo.
• Ruptura: A incapacidade de superar o medo do compromisso pode levar ao término do relacionamento, gerando sofrimento e culpa.
Buscando ajuda profissional:
Você consegue se identificar com esse medo de se comprometer? É comum se sentir inseguro e achar difícil ser vulnerável em um relacionamento profundo. No entanto, tenha certeza de que você não precisa percorrer essa jornada sozinho. A terapia pode servir como uma ferramenta crucial para ajudá-lo a enfrentar esses desafios e cultivar relacionamentos mais saudáveis e gratificantes.
Por meio da terapia, você terá a oportunidade de mergulhar nas origens do seu medo, desvendando experiências passadas e crenças negativas que podem estar contribuindo para essa sensação de insegurança. Com a orientação psicológica, você pode aumentar a autoconfiança e sua percepção de valor próprio, superando o medo de receber amor e abraçar um relacionamento comprometido.
Durante a psicoterapia, você também tem a possibilidade de se equipar com ferramentas essenciais para melhorar a comunicação. Você poderá aprender a expressar seus sentimentos e necessidades de forma clara e assertiva, fortalecer a comunicação no relacionamento e construir confiança mútua. E, ainda, poderá identificar e modificar padrões de comportamento que sabotam a intimidade e a conexão, abrindo espaço para relações mais autênticas e profundas.
A psicoterapia oferece um espaço seguro e acolhedor para você se conectar com seus sentimentos, explorar suas inseguranças e construir uma base sólida para relacionamentos saudáveis e duradouros. Se você busca construir relações mais plenas e significativas, a terapia pode ser um passo crucial nessa jornada.
Reflexões na Tela:
Sempre gosto de trazer exemplos de filmes e documentários para indicar aos meus clientes. É uma forma simples e direta e trabalharmos com os temas da psicologia ou para abordar questões trabalhadas em sessão. Deixo para vocês uma dica de filme sobre o assunto.
“Um Dia” (One Day – 2011), dirigido por Lone Scherfig, filme que aborda o tema do medo do compromisso de forma interessante, que pode servir de ponte para refletir sobre o assunto.

O filme conta a história de Dexter Mayhew (Jim Sturgess) e Emma Morley (Anne Hathaway), dois jovens que se conhecem no dia da formatura da faculdade e se reencontram todos os anos no dia 15 de julho. Ao longo dos anos, a relação deles evolui entre amizade, paixão e frustração, marcada pelo medo do compromisso de ambos. Dexter, um homem charmoso e popular, tem dificuldade em se comprometer com um relacionamento sério, buscando apenas relacionamentos superficiais. Emma, por outro lado, se apaixona profundamente por Dexter, mas tem medo de se machucar e de ser rejeitada.
O filme explora com sensibilidade as nuances do medo do compromisso, mostrando como ele pode afetar a vida de diferentes pessoas, e como a busca por segurança e estabilidade pode se chocar com a necessidade de liberdade e independência. O filme oferece uma visão realista e inspiradora sobre os desafios do amor, da amizade e do crescimento pessoal, mostrando que a jornada para encontrar o amor verdadeiro pode ser longa e complexa, mas recompensadora.
Concluindo:
O medo do compromisso é um desafio real que pode afetar a vida de muitos. Mas a boa notícia é que, com apoio profissional e trabalho pessoal, é possível romper com os padrões de insegurança, fortalecer a autoestima e construir relacionamentos saudáveis e duradouros. Se você se identifica com esse medo, procure ajuda profissional! Abrir-se para a psicoterapia pode ser um passo crucial para desvendar os bloqueios internos do medo de se relacionar e trilhar o caminho do amor e da felicidade. Pode contar comigo! Agende sua consulta!
Leonardo Fd Araujo – Doctoralia.com.br
Leonardo Fd Araujo
Psicólogo em Curitiba CRP 08/10907
Terapia | Terapia Online | Palestras
Avaliação Psicológica para Vasectomia
psicologoemcuritiba.com.br
41 – 9.9643-9560
Atendimento presencial e online
Bigorrilho, Curitiba – PR
Reembolso de plano de saúde para atendimento com psicólogo: como funciona
- Artigo publicado em: 29 maio, 2024
- Categorias:
Entenda como funciona o reembolso de plano de saúde para atendimento com psicólogo. Conheça seus direitos!
Como Funciona o Reembolso pelo Plano de Saúde para terapia com psicólogo
Você sabia que é possível conseguir reembolso de consultas com psicólogo? Buscamos, cada vez mais, qualidade de vida e fazer terapia é ótima maneira de praticar o seu autocuidado. Aqui neste breve artigo vamos repassar algumas informações importantes sobre reembolso de plano de saúde para consultas com psicólogo.
Reembolso de Consultas Psicológicas: Como Funciona e Suas Vantagens
O reembolso de consultas psicológicas se tornou uma excelente alternativa valiosa para aqueles que possuem plano de saúde. Essa modalidade permite que as pessoas tenham acesso à terapia dentro de suas possibilidades financeiras, promovendo uma maior autonomia na escolha do profissional.
Mesmo que seu plano de saúde tenha profissionais de psicologia cadastrados, é seu direito ser atendido por um psicólogo de sua escolha, mesmo que não seja cadastrado pelo plano. Seu direito está garantido pela resolução nº 259 da ANS (Agência Nacional de Saúde) que dispõe os direitos dos segurados de planos de saúde.
Vamos a um exemplo prático:
Você marca sessões de terapia com o psicólogo Leonardo Fd Araujo em Curitiba e faz o pagamento referente a estas. O psicólogo irá emitir uma nota fiscal de serviços, referente a cada atendimento prestado. Com esse documento em mãos, você poderá solicitar, junto ao seu plano de saúde, o reembolso dos valores pagos ao profissional.
Cada convênio de saúde possui suas próprias regras e procedimentos para o reembolso de consultas psicológicas. O valor a ser restituído é determinado com base no contrato estabelecido e no custo das consultas com o psicólogo escolhido pelo paciente.
Alguns planos de saúde que aceitam reembolso de atendimento com psicólogo:
Porto Seguro Saúde, Unimed (de algumas localidades), Amil, AMS, Bradesco Saúde, Golden Cross, NotreDame Intermédica, Prevent Senior, SulAmérica, Copel, Sanepar, Petrobrás entre outros. Para maiores informações entre em contato com central de atendimento do seu plano de saúde e se informe sobre o reembolso de atendimento psicológico.
Como funciona o reembolso de consulta psicológica, passo a passo:
– Entre em contato com o seu plano de saúde e pergunte qual é o procedimento para reembolso de consulta com psicólogo. Verifique ainda o percentual do reembolso, se é total, parcial ou um valor fixo.
– Os planos de saúde geralmente pedem um encaminhamento médico para psicoterapia. Então, você pode se consultar com o seu médico e solicitar esse encaminhamento. No entanto, você pode fazer uma primeira sessão com psicólogo e depois passar pelo médico para conseguir o encaminhamento, não há restrições.
– O psicólogo irá emitir uma nota fiscal de serviços, onde irá constar o valor pago por você e a quantidade de sessões realizadas.
– Tendo em mãos o encaminhamento médico e a nota fiscal do psicólogo, você poderá solicitar junto ao seu plano o reembolso.
– Atenção: apenas Psicólogos inscritos no CRP (Conselho Regional de Psicologia) podem atuar profissionalmente, oferecer serviços de psicoterapia e emitir nota fiscal e/ou recibo para reembolso de plano de saúde.
O procedimento de reembolso de atendimento psicológico é simples, entre em contato com o seu plano de saúde e se informe! É seu direito escolher o profissional de psicologia que irá fazer terapia!
Amparo legal:
Resolução Normativa da ANS (Agência Nacional de Saúde) nº259/2011:
“Caso o contrato do plano de saúde tenha cláusula de livre escolha, o cliente tem o direito de requerer reembolso da sessões de psicoterapia efetuadas com profissionais não credenciados, utilizando como base a tabela de serviços praticada pelo plano de saúde.”
Leonardo Fd Araujo – Doctoralia.com.br
Leonardo Fd Araujo
Psicólogo em Curitiba CRP 08/10907
Terapia | Terapia Online | Palestras
Avaliação Psicológica para Vasectomia
psicologoemcuritiba.com.br
41 – 9.9643-9560
Atendimento presencial e online
Bigorrilho, Curitiba – PR
Laudo Psicológico para Vasectomia em Curitiba: Passo a passo
- Artigo publicado em: 11 abril, 2024
- Categorias:
.
Resumo do artigo:
-
A nova lei facilitou o acesso à vasectomia, reduzindo a idade mínima e eliminando a exigência de consentimento da parceira.
-
A avaliação psicológica é obrigatória e garante que a decisão seja consciente e responsável.
-
De forma rápida e prática, a avaliação para vasectomia pode ser feita no consultório em Curitiba ou On-line. O processo inclui uma entrevista, um teste de psicológico e a devolutiva com a entrega do laudo.
-
O laudo psicológico é essencial para seguir com a cirurgia e evitar arrependimentos futuros.
-
O psicólogo Leonardo Fd Araujo oferece esse atendimento de forma rápida e prática, com opção presencial em Curitiba ou On-line para todo o Brasil.
-
Em até 3 dias úteis o laudo é enviado em .PDF assinado digitalmente ao cliente.
Leonardo Fd Araujo – Doctoralia.com.br
Guia Completo: Laudo Psicológico para Vasectomia em Curitiba: Passo a passo
Vamos lá! ⇒ tempo estimado de leitura: 7 minutos ⇓
Um dos requisitos solicitados pelo médico urologista para a realização da cirurgia de Vasectomia é a avaliação psicológica. Neste Guia você encontrará informações sobre Avaliação Psicológica para Vasectomia em Curitiba. Entenda em minutos o que é preciso para ter em mãos o seu laudo psicológico para vasectomia.
Confira quais tópicos serão abordados neste guia:
• Qual a importância da avaliação psicológica para a Vasectomia: entenda o papel do psicólogo na elaboração do laudo psicológico
• Como é feita e como funciona a avaliação psicológica para a cirurgia de vasectomia
• Quais os requisitos para realização da vasectomia (2024)
• Quero fazer vasectomia. Quais são os passos?
A Vasectomia como uma opção para o planejamento familiar:
O planejamento familiar desempenha um papel vital na saúde física, emocional, econômica e social das pessoas e das famílias. Há uma promoção de autonomia, a saúde dos pais e filhos, a estabilidade econômica e a redução da gravidez não planejada.
A vasectomia é um procedimento cirúrgico minimamente invasivo realizado em homens como uma forma de contracepção permanente. Durante o procedimento, os ductos deferentes, que transportam os espermatozoides, são cortados ou bloqueados, interrompendo a passagem dos espermatozoides para a ejaculação. Isso significa que, após a vasectomia, o homem não será capaz de engravidar uma parceira sexual.
A vasectomia é uma opção segura e eficaz, com uma taxa de sucesso elevada na prevenção da gravidez.
O procedimento é realizado sob anestesia local e, geralmente, leva apenas alguns minutos. A critério médico e do paciente, além da anestesia local o procedimento pode ser feito sob sedação, o que pode trazer um conforto maior ao paciente. Com repouso adequado e atividades leves e seguindo todas as recomendações, a critério médico, a recuperação leva de 3 a 5 dias.
Após a vasectomia, é necessário aguardar um período para atestar o sucesso do procedimento. Geralmente os médicos estipulam 20 ejaculações e/ou 60 dias após o procedimento para que seja feito um exame chamado espermograma. O exame é feito em laboratório, e consiste na coleta de uma amostra de sêmen para verificar se ainda há espermatozoides presentes. Com o resultado em mãos, o médico irá atestar se o espermograma está zerado e se o procedimento foi um sucesso.
É importante ressaltar que a vasectomia é uma decisão permanente e irreversível, por isso é recomendado que os homens ponderem cuidadosamente sobre a escolha, considerando suas circunstâncias pessoais e desejos reprodutivos.
Por mais que existam procedimentos de reversão de vasectomia, a taxa de sucesso varia bastante, a depender de fatores como o tempo da realização do procedimento, da idade e as condições de saúde do homem. Fazer a vasectomia já pensando na sua reversão é contraindicado e não deve ser considerado para um bom encaminhamento para a questão do planejamento familiar.
Qual a importância da avaliação psicológica para a Vasectomia: entenda o papel do psicólogo na elaboração do laudo psicológico
A avaliação psicológica no contexto da vasectomia é uma parte importante desse processo, ajudando os homens a tomar decisões informadas e a lidar com questões emocionais e psicológicas relacionadas ao planejamento familiar e à contracepção permanente.
Durante a avaliação psicológica para vasectomia iremos abordar alguns pontos essenciais para garantir uma decisão informada e o bem-estar emocional dos homens. Alguns dos pontos principais incluem:
Exploração de motivações e expectativas: O psicólogo conduz uma discussão aberta e empática para compreender as razões por trás da escolha da vasectomia. Isso inclui explorar as motivações pessoais, como o desejo de contracepção permanente, preocupações com a paternidade futura, questões de saúde, fatores relacionados ao estilo de vida, entre outros. Também são discutidas as expectativas em relação à vasectomia e seus efeitos.
Consideração do contexto pessoal: A avaliação psicológica leva em consideração o contexto pessoal e familiar do indivíduo. Isso inclui abordar o momento atual do relacionamento conjugal, a situação familiar, a estabilidade emocional, a influência de crenças culturais, entre outros fatores. Compreender o contexto ajuda a avaliar se a vasectomia é uma opção apropriada dentro da realidade de vida do indivíduo.
Exploração de dúvidas e preocupações: Durante a avaliação, são abordadas quaisquer dúvidas, preocupações ou ansiedades que o indivíduo possa ter em relação à vasectomia. Essa exploração oferece uma oportunidade para discutir possíveis receios do homem relacionados à cirurgia.
Informação sobre o procedimento e alternativas: A avaliação psicológica inclui fornecer informações detalhadas sobre o procedimento da vasectomia, seus efeitos permanentes e os cuidados pós-operatórios necessários.
Suporte emocional e aconselhamento: A avaliação psicológica oferece suporte emocional significativo, fornecendo um espaço seguro para que o homem expresse suas preocupações e sentimentos em relação à vasectomia.
Avaliação da saúde emocional: A avaliação psicológica também pode incluir um olhar especial sobre como anda a saúde emocional, a fim de garantir que a decisão de realizar a vasectomia seja tomada em um momento adequado e que não haja fatores psicológicos ou de saúde mental que possam interferir no processo de tomada de decisão.
Como é feita e como funciona a avaliação psicológica para a cirurgia de vasectomia:
A avaliação psicológica para vasectomia é feita em três encontros, os dois primeiros com duração de até 50 minutos e o terceiro um pouco mais rápido, com cerca de 30 minutos.
No primeiro encontro faremos um levantamento geral do histórico do homem, abordando os tópicos como o estado emocional, entender a forma da tomada de decisão, como o casal está com relação ao procedimento, tudo o que é esperado com o seu resultado e trazer ainda mais informações e um espaço para tirar possíveis dúvidas.
No segundo encontro será aplicado um teste psicológico, também conhecido como teste de personalidade. Este instrumento será fundamental para entender um pouco mais a personalidade do homem e colher material para a elaboração do laudo psicológico. No terceiro e último encontro é feita a entrega do laudo psicológico com a liberação para a vasectomia.
Quais os requisitos para realização da vasectomia (2024):
O amparo legal para o procedimento é baseado na Lei Federal 14.443/2022 (Lei do Planejamento Familiar). Procedimentos orientados segundo resolução 465/2023 da ANS (Agência Nacional de Saúde). Há algumas novidades e mudanças na atual Lei do Planejamento Familiar (2022):
✅ A idade mínima para o procedimento caiu para 21 anos.
✅ O homem que tiver 02 (dois) filhos nascidos vivos pode fazer o procedimento a partir dos 18 anos.
✅ Caiu a obrigatoriedade do consentimento da parceira para que o procedimento seja liberado. Agora é exigido apenas o documento “Consentimento livre e esclarecido para cirurgia de esterilização masculina – Vasectomia” com assinatura e firma reconhecida em cartório do interessado. Este documento é fornecido pelo médico urologista durante a consulta.
✅ O tempo mínimo entre a manifestação do interesse em fazer a vasectomia e a data do procedimento continua sendo de 60 dias. Essa manifestação é feita na primeira consulta médica, onde o homem dá o início para a realização do procedimento.
✅ Avaliação psicológica para liberação do procedimento realizada por um psicólogo com registro ativo no CRP (Conselho Regional de Psicologia) e emissão do laudo psicológico para vasectomia. Saiba que é seu direito escolher o psicólogo para realizar a sua avaliação!
Quero fazer vasectomia. Quais são os passos?
➀ Buscar informação de qualidade. Na internet você encontra artigos e vídeos de profissionais de saúde com informações confiáveis.
➁ Conversar com a sua parceira e entender o que é melhor para o casal. Lembrar a questão do caráter definitivo da vasectomia e se esse ponto é compatível com o planejamento familiar do casal.
➂ A primeira consulta com um médico deve ser, de preferência, com um médico urologista, o qual é o especialista na área e trabalha com esse tipo de procedimento. Caso seja com outro médico, você pode pedir um encaminhamento.
➃ Dar início ao processo de avaliação psicológica para vasectomia. O médico irá encaminhar o homem para realizar a avaliação.
➄ Juntar a documentação e os exames pré-operatórios solicitados pelo médico, juntar o laudo psicológico para vasectomia e realizar o agendamento do procedimento no hospital.
➅ Pós operatório: é preciso seguir as recomendações médicas (medicamentos, repouso e exame de espermograma) para que o procedimento seja considerado um sucesso. A partir disso o casal estará liberado para o sexo sem nenhuma outra forma de contracepção.
Trabalho com o atendimento psicológico de homens há mais de 20 anos, ofereço um espaço de escuta e cuidado direcionado ao público masculino. Aqui você encontrará um profissional pronto para atende-lo sempre que for preciso.
A avaliação psicológica para vasectomia é feita no consultório do Psicólogo Leonardo Fd Araujo na Rua Padre Anchieta 1923, sala 909, no Bigorrilho em Curitiba, ou pode ser realizada On-line para todo Brasil através do Google Meet.
Laudo Psicológico para Vasectomia em Curitiba. Entre em contato via Whatsapp: 41 – 9.9643-9560 | Marque seu atendimento | Leonardo Fd Araujo Psicólogo em Curitiba | Avaliação Psicológica para Vasectomia em Curitiba.

Leonardo Fd Araujo – Doctoralia.com.br
Leonardo Fd Araujo
Psicólogo em Curitiba CRP 08/10907
Terapia | Terapia Online | Palestras
Avaliação Psicológica para Vasectomia
psicologoemcuritiba.com.br
41 – 9.9643-9560
Atendimento presencial e online
Bigorrilho, Curitiba – PR










